Brotherhood Mortalis – Report 1a Etapa da Liga Brasiliense

Boa tarde Pilotos!

 

Após alguns atrasos e pequenos problemas, venho trazer para vocês o report da primeira etapa da Liga Brasiliense de X-Wing. A mesma ocorreu no dia 28/05 e como Campeão obtivemos o Rodrigo Vasconcelos, utilizando a lista de Han e Jake.

 

Logo abaixo vocês conferem o report que eles fez para o torneio após ter vencido:

 

No último dia 28.05.2017, ocorreu a 1ª etapa da Liga Brasilense de X-Wing organizada pela Brotherhood Mortalis e apoiada pelas lojas: Ludoteca BGC e Taverna Gamestore.

Tive o privilégio de participar do evento realizado na Ludoteca, o que me proporcionou uma tarde extremamente agradável de descontração. Os jogos de tabuleiro têm essa característica bacana de proporcionar uma mistura de desafio com diversão e o X-WING não é exceção a esta regra. Junte isso com um grupo formado por pessoas legais numa tarde de interação e terá uma ideia do que foi o evento.

Montei o meu esquadrão com duas naves: uma YT-1300 (mais conhecida por ser a nave da Millenium Falcon) e uma A-Wing, pilotadas pelo Han Solo e Jake Farrell, respectivamente. Um “Han & Jake” clássico.

Apesar da notoriedade da lista, acreditem quando digo que a escolha foi bem pensada. O meu primeiro e principal critério pra escolha de um esquadrão é sempre a diversão: jogo com aquilo que mais me diverte (subentenda-se Millenium Falcon e Arc Dodgers), mas também penso nas dinâmicas dos embates, o papel de cada nave na equipe e em como lidar com as diferentes listas dos oponentes.

A escolha da Falcon pra mim foi muito simples. De longe, é a nave que mais gosto no jogo. Reconstruo esquadrões inteiros só pensando em formas de incluí-la pra próxima partida. Joguei tanto com ela, que cheguei a ser apelidado de Rodrigo “Han&Poe” (em analogia aos meus torneios iniciais que sempre voava com estes pilotos) e, posteriormente, de “Millenium Falcon Man”, quando comecei a variar os pilotos na Millenium e substituir a X-Wing T-70 do Poe Dameron por outras naves.

Só quem gosta do jogo entende a curtição de montar um esquadrão só para, momentos depois, reconstruí-lo por inteiro. Não sou especialista, mas acredito que um erro que alguns jogadores cometem é o de simplesmente copiar uma lista sem compreender qual a dinâmica que ela possui: qual a estratégia adotada, se familiarizar com os movimentos das naves, as habilidades dos pilotos ou os upgrades do seu esquadrão. Falo deste último item com propriedade porque sempre que mudo upgrades nas minhas listas, não é raro esquecer de utilizar algo durante o jogo.

Voltando às naves, a ideia era focar na mobilidade e nas perícias altas dos pilotos para conseguir boas posições de ataque e defesa conforme a situação.

A YT-1300 é uma nave de base grande que ataca em torre para qualquer direção, o que auxilia na sua mobilidade, ainda mais com o upgrade do Impulso que coloquei. Optei por um formato agressivo já que o Han Solo como piloto permite rerrolar os dados, o Gunner permite fazer um segundo ataque caso o primeiro não acerte e Expertise transforma seus focos em dano caso não esteja estressado. Para não descuidar da defesa incluí o velho combo do título da Millenium com o C3-PO.

A opção da A-Wing para completar o esquadrão foi pela mobilidade da nave que, com várias manobras verdes, é fantástica; o Jake como piloto auxilia ainda mais este quesito pois permite fazer um impulso ou pirueta gratuitos quando a nave recebe um foco. Incluí o título da A-Wing para possuir dois talentos: Instintos de Veterano (deixando a sua perícia de piloto em 9, igualando a do Han) e Forçar o Limite (para ter a opção de utilizar duas ações por turno). Ainda coloquei os Autopropulsores para incrementar a defesa e os Torpedos de Prótons para conseguir um ataque com alto dano.

O esquadrão também tem a vantagem de possuir uma pontuação total de 96 pontos, permitindo a escolha da iniciativa na grande maioria dos casos. Para melhor compreender a dinâmica do time, cabe falar um pouco da sua trajetória ao longo do torneio da liga

1ª RODADA: Professor x Aluno

Tive o privilégio de jogar todas as rodadas do torneio com pessoas por quem tenho um profundo respeito como jogadores e com as quais já dividi boas conversas e impressões. Logo na primeira rodada isso foi profetizado no meu jogo contra o Bruno Amorim.

O Bruno é um dos WingLeaders da Brotherhood e estava auxiliando na organização do evento. Nós dois participamos dos dois torneios nacionais que ocorreram no Brasil até agora e o esquadrão que levei para o segundo nacional foi praticamente uma cópia do dele, totalmente inspirado em suas ideias: uma Millenium Falcon (sempre ela) pilotada pela Rey e uma ARC-170 com a Norra Wexley. Acho que a única diferença nas escolhas foi que ele optou por colocar o Kyle Katarn na ARC e eu utilizei o C3-PO.

Também participamos juntos do torneio de aquecimento para o segundo nacional na Taverna e nos enfrentamos num Mirror Match no qual ele me deu uma aula de vôo e muitas dicas de como melhor utilizar o esquadrão. Acabei perdendo aquele jogo por 100 x 0, mas aprendi muito com ele no dia.

Para o torneio da liga, ele foi com um esquadrão de três naves: uma K-Wing com a Miranda Doni, uma ARC-170 com a Norra Wexley e uma A-Wing com o Prototype Pilot completando a equipe. Eu sabia que a Norra e a Miranda poderiam bater forte e estava particularmente preocupado com a Miranda, em especial a sua mobilidade e capacidade de regeneração.

O jogo começou e optei por separar as naves. Avancei um pouco mais rápido com o Han e mais lentamente com o Jake sem tentar um confronto direto com nenhum deles. O Bruno conhecia a vulnerabilidade da Millenium: apenas um dado de defesa e, mesmo com o título da Millenium e o C3-PO (que garantem dois evades), ele sabia que poderia fazer um grande estrago se focasse todos os seus ataques nela. Quando me aproximei quase ao ponto do confronto com a Millenium, ele direcionou suas naves pro Han e eu reduzi a velocidade com ele utilizando o impulso para sair do arco das suas naves.

Nesse momento, o Bruno cometeu um pequeno erro de cálculo e caiu com a Miranda na ponta de um asteroide pelo qual ele também seria obrigado a passar na próxima rodada. Aproveitei a oportunidade para acelerar com o Jake e colocá-lo a range um da Miranda fora do arco dela e soltar o torpedo com 5 dados de dano. Vendo a oportunidade, acelerei também com o Han para atacá-la. Coloquei as duas naves perto e voltei a atacar no turno seguinte quase derrubando a Miranda.

As perícias altas de piloto me permitiam ver para onde as naves dele se dirigiam e me posicionar melhor por meio dos impulsos e, no caso do Jake, também com as piruetas. Sabendo do risco que a Miranda proporcionava, especialmente no final de jogo, não dei sossego com o Han até que, já certo do desfecho, passei a perseguir a A-Wing dele com o Jake já vislumbrando os próximos passos. Consegui derrubar a Miranda e dar algum dano na A-Wing no turno seguinte.

O Han se juntou à caça da A-Wing na sequência, enquanto a Norra tentava um contra-ataque sem muito efeito. Já com a A-Wing derrubada e verificando que a Norra cair seria uma questão de tempo em virtude da alta mobilidade do meu time e da pouca capacidade de defesa da ARC, o Bruno acabou concedendo o jogo já pronto a voltar a auxiliar na organização do evento.  

2ª RODADA: Enxame!

Minha 2ª partida foi contra o Clauber, um cara com quem já tive muitas boas conversas e de quem também já tinha levado uma surra de 100 x 25 numa das minhas partidas com o Han&Poe e na qual ele me bateu muito forte com a Slave-I. Cheguei a comprar o livro “Darth Sidius” por sua sugestão e sabia que enfrentaria um jogador inteligente na próxima rodada…

O time dele era formado por um Swarm (enxame) com 7 naves: 6 tie fighters e uma Lambda com Raio Trator e o General Hux. Ver aquele monte de naves vindo em sua direção pode ser apavorante: você começa a ver o quão facilmente as suas próprias naves podem ser derrubadas…

As ties têm uma mobilidade excelente e ótimos três dados de defesa. Atacando em conjunto podem fazer uma nave cair bem rápido. A Lambda, por outro lado, tem uma mobilidade péssima mas, se uma nave estiver em seu arco, ela tem bons três dados de ataque e, neste caso, utilizava o raio trator e outras habilidades para complicar o jogo adversário e aumentar o dano.

Sabendo do risco, busquei colocar os asteroides centralizados de forma a evitar que as ties não pudessem encurtar os espaços rapidamente, ou seja, teriam que optar em correr pelas laterais, avançar pelos asteroides se separando ou levando danos.

Avancei muito lentamente verificando o que o adversário faria e, devagar, acabei separando novamente as naves. As ties avançaram pelo lado para o qual o Han se dirigiu, dei a volta por trás do enxame acelerando com o Jake e ataquei a Lambda por trás com um dano bem leve. As ties deram meia-volta (provavelmente vendo a possibilidade de derrubar o Jake) e fiz as minhas duas naves recuarem enquanto a Lambda perseguia o Han.

As ties passaram a caçar o Jake enquanto a Lambda perseguia o Han até o final do match. Nesse momento, dei meia-volta com o Han encarando a Lambda de frente e as ties fecharam o cerco com suas naves mais no centro, perto dos asteroides e já mirando possíveis ataques tanto no Jake quanto no Han.

A Lambda e o Han trocaram tiros e veio o momento crucial do jogo: avancei com o Jake utilizando toda a sua mobilidade para fugir por um dos lados com foco para auxiliar na defesa, a pirueta gratuita da habilidade do piloto e o boost do forçar o limite num total de três ações no turno! A nave estressou mas, com seu dial repleto de manobras verdes, a próxima manobra já lhe permitia tirar o estresse e repetir as três ações.

Acelerei o Han para o outro lado buscando me afastar do enxame. A Millenium, por ser uma nave de base grande, consegue acelerar muito e, o impulso (que considero absolutamente essencial na Millenium nesta proposta de esquadrão), me permitiu sair do ataque das ties e ainda ficar ao lado da Lambda à pouca distância para ataca-la forte. Não foi a primeira (nem seria a última) vez que o impulso colocaria o Han numa posição favorável no torneio. Fui capaz de atacar com um dado a mais sem ser atacado por causa dele.

Outro ponto importante é que como o nível de perícias dos meus pilotos eram iguais (9), eu podia escolher movimentar primeiro uma ou outra nave dependendo da situação, o que ajuda muito quando elas estão voando próximas.

Nesse ponto, o Han já havia derrubado metade da Lambda e deixado as ties para trás. Queria derrubar a Lambda de vez mas, a partir daí, só bati à distância pois não queria me envolver no meio do ataque das ties. Enquanto isso o Jake acelerava muito do outro lado do Match usando todas as suas habilidades para fugir novamente do cerco das ties auxiliado pelos Autopropulsores.

A partida acabou nesse momento. Consegui uma vitória magra (mas ainda assim uma vitória) numa partida meticulosa com 12 x 0.

3ª RODADA: Velhos Conhecidos

Na próxima rodada encontrei velhos conhecidos: o primeiro foi o Renan. Jogador experiente e gente fina sempre disposto a conversar sobre a dinâmica do jogo e possíveis esquadrões.  Já tinha jogado contra ele noutro torneio e (adivinhem!?) perdi categoricamente de seu time de Ghost, Phantom e Biggs contra os meus famigerados Han&Poe. O segundo velho conhecido foi a Millenium Falcon (desta vez pilotada pela Rey) e o terceiro foi o Poe Dameron (com habilidade de piloto 9 e Análise de Padrões).

Nós dois já estávamos com duas vitórias e a partida era uma espécie de semifinal pois, até aquele momento, só haviam quatro jogadores invictos que, naquela rodada, estavam jogando entre si. Cabe ressaltar que, das quatro listas, as únicas com Milleniuns Falcon eram as nossas o que, na hora, me fez querer ser o jogador representando a nave na final.

Quanto à lista do Renan, já tinha voado com a Rey e sabia que ela batia forte (sua habilidade lhe permite rerrolar dois dados brancos se o inimigo estiver no seu arco e o Finn adiciona mais um dado no ataque nesse mesmo contexto) por outro lado, também sabia que ela não defenderia tão bem quanto o Han.

Seria uma disputa de ataque contra defesa das Milleniuns, justamente as naves onde se concentrava a maior pontuação de cada esquadrão. Por outro lado, o Poe não conseguiria defender tanto quanto o Jake e tampouco possuía a sua mobilidade, mas a sua quantidade de pontos e capacidade de regeneração (com o astromecânico R5-P9) seriam um trunfo para ele no final do jogo.

Posicionei os asteroides para atrapalhar o máximo possível a mobilidade da Rey (como diria o Armando “ScuMania””, a vitória ou derrota já se inicia na colocação dos asteroides). Eu sabia que seria um jogo de gato-e-rato e era essencial ficar fora do seu arco principal para evitar que ela usasse a sua habilidade de piloto e o Finn.

Creio que essa foi a partida mais tensa porque, ao contrário da partida anterior na qual o jogo iniciou com cautela de ambos os lados, nesta nós avançamos cedo para a linha de combate. Avancei pela parte de baixo com o Han e com o Jake pouco acima em paralelo, enquanto o Renan descia com suas naves pelo outro lado para a parte inferior do Match.

No meio do caminho acelerei tudo com as duas naves. Minha ideia era atacar com os torpedos do Jake fazendo o máximo de dano possível e evitar o ataque da Rey batendo nela com o Han (quando as naves estão batidas elas não podem se atacar) ou saindo fora do seu  arco com o impulso. Consegui sair do arco da Rey com o Han por meio do impulso e trocamos tiros fora do arco com nossas torres (com uma leve vantagem minha pelo C3-PO na defesa e o Gunner no ataque), o que era exatamente o que eu queria fazer. Por outro lado, cometi um erro de cálculo com o Jake semelhante ao do Bruno na primeira rodada e caí na quina de um asteroide, sendo obrigado a passar por ele também na rodada seguinte.

Enquanto a Rey voltava pra fixar o seu arco de tiro, busquei me movimentar com o Han sempre pensando em ficar fora do arco da Rey: fosse utilizando o impulso, desacelerando e reacelerando de acordo com a situação ou dividindo as batidas entre ela e o Poe na busca de também fugir do arco ou evitar ataques.

Consegui fugir com o Jake do asteroide enquanto as outras três naves se embolavam e o reposicionei para voltar ao combate. O Jake mirou a Rey e acelerou entrando no combate com tudo ao soltar os torpedos de prótons à queima-roupa e deixando-a brutalmente avariada para que, na sequência, o Han terminasse o serviço destruindo-a. No entanto, na mesma rodada, o Poe derrubou o Jake com um ataque certeiro.

Diante dessa situação, me vi ganhando por pontos, mas o adversário tinha uma nave regeneradora contra um Han já avariado: mais alguns tiros e a situação em pontos se inverteria. Aproveitei a maior mobilidade do Han para evitar o arco de ataque do Poe e/ou bater na nave evitando a troca de tiros enquanto atacava com a torre de forma ineficiente já que o Poe regenerava com o astromecânico tudo o que passava pela defesa.

Consegui sustentar a situação e vencer o confronto num 58 x 33 apertado.

4ª RODADA: Amizade à toda prova

E na última rodada encontrei o Leonardo, um dos caras que me apresentou o X-Wing, extremamente solícito para auxiliar no jogo e provavelmente o jogador mais leal que conheço. Quando fui para o primeiro nacional ele me deu várias dicas sobre esquadrões, antes do torneio já havia me emprestado diversas naves e upgrades e, neste torneio da Liga, a carta do Jake Farrel com a qual estava voando era emprestada por ele.

Já tinha jogado com ele várias partidas (e ganhado apenas uma até onde lembro). Jogador experiente, foi campeão regional e do torneio de aquecimento que mencionei anteriormente, e também participou do grupo de Brasília que foi para o 2° torneio nacional. Excelente jogador e excelente pessoa. Muito legal (e um pouco dolorido, confesso, já que apenas um vai sair como campeão) você poder jogar com um amigo de forma amistosa uma mesa final.

Apelidei ele de “Dash K” pela habilidade dele em voar com o Dash na YT-2400 e por curtir muito também a K-Wing. No entanto, o esquadrão que ele adotou tinha a K-Wing com a Miranda mas não o Dash, ao invés disso ele incluiu uma Z-95 pilotada pelo Airen Cracken que possibilita passar ações, e uma Y-Wing pilotada pelo Dutch Vander cuja habilidade permite passar mira às naves aliadas. As naves estavam com torpedos e a Y e a K também tinham “Torres de Autoblaster” para evitar aproximações.

Confesso que, analisando minhas opções diante do time adversário fiquei preocupado: se ficasse à distância seria torpedeado (já havia acontecido algumas vezes comigo e sabia que aquilo não era bom) e se me aproximasse levaria danos das “Torres de Autoblaster” já que os danos normais que elas causam não podem ser defendidos. A esperança era utilizar a mobilidade para tentar ficar fora dos arcos adversários e atacar pesado pelos flancos.

Começamos nos movimentando e, em determinado ponto separei as naves. Ele avançava lentamente com as naves em formação e fiquei com receio que minhas duas naves fossem alvejadas juntas pelos ataques de torpedos à distância. Repentinamente, ele optou por direcionar suas naves em direção ao Jake e percebi que, cedo ou tarde, mesmo com toda a sua mobilidade, ele provavelmente não escaparia de ser alvejado.

Resolvi partir para o ataque no Dutch à Range 1 para soltar os torpedos. Eu sabia que tinha uma possibilidade significativa do Jake cair com as torres, mas preferia que ele morresse proporcionando um dano significativo à perdê-lo praticamente sem atacar. Ataquei com foco, utilizando a ação de impulso e mira. Maximizei o dano com ele e esperei o desfecho já vislumbrando uma possível queda do Jake: rolaram-se os dados das “Torres de Autoblaster” e, inacreditavelmente, a maioria das rolagens foram de danos críticos (que podem ser cancelados por dados de defesa), rolei as defesas e o Jake sobreviveu.

Enquanto isso, à meia distância dali, o Han atacava a Z-95 aplicando algum dano. Aproveitei a sobrevivência do Jake para também atacar a Z-95 na sequência e derrubá-la e engajar o Han num ataque à distância e fora do arco ao Dutch na Y, o que lhe causou ainda mais dano.

A Miranda e o Dutch (já avariado) se posicionaram e lançaram torpedos que acertaram tanto o Han quanto o Jake. Diante da situação, me distancie com o Jake para fugir do combate já que ele estava prestes a cair e ataquei o Dutch com o Han derrubando-o.

Com a situação favorável e a proximidade do término da partida, me distanciei com as naves até que, na última rodada, a Miranda conseguiu se aproximar e soltar mais um torpedo no Han que acabou não causando dano. Venci a partida e saí na frente na primeira etapa da Liga o que, para mim, foi apenas uma consequência de vários momentos de diversão e boas amizades.

Que venham os próximos!

 

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